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TvShop remixSó tenho um artista na lista de subscriptions do Youtube. Sempre que um tal de Steve Porter coloca um vídeo novo eu recebo no mail o aviso e vou direitinho ao link indicado para me rir mais uns minutos. Já alguma vez viram remixes de anúncios da TV Shop? O Steve Porter faz uma catrafada deles e já não passa despercebido e já foi entrevistado por algumas cadeias de televisão. A última novidade que recebi no email foi uma versão de um dos seus primeiros trabalhos “Shamwow Jam” editada para TV. Não sei onde é que passa ou vai passar, mas ficam aqui com as minhas duas pérolas preferidas: Slap Chop Rap e a de que já falei mais atrás, a Shamwow Jam. |
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Starlight para os amigos, Zdarlight para os fanhosos.Tem dois aninhos esta Zdarlight, mas só descobri a música e o vídeo agora. |
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Há aí lugar para mais um?A F1, se é que ainda se pode chamar F1 àquele desporto, anda uma bagunça. É no que dá ter dois tipos como o Mosley e o Ecclestone à tomar decisões. E a procissão ainda vai no adro visto que para o ano querem fazer daquilo um campeonato de carrinhos de rolamentos. Por mim, que já não acordo de madrugada para ver corridas e até me esqueço delas como já aconteceu este ano, tanto me faz. Mas que isto é uma foto brutal, lá isso é. E que só podia ter sido tirada no Mónaco, isso só. Foto: BBCSports |
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Eu não gosto de Hip Hop ou R&B. Mas…À custa do bombardeamento de anúncios “Where amazing happens” que acontece a cada timeout ou intervalo de jogo na NBA, levei com tamanha lavagem cerebral que dei por mim a cantar a Amazing de Kanye West durante os últimos dias. O pior de tudo é que me parece que até estou realmente a gostar da música. E como os Orlando lá foram a Boston, ao mítico Garden arrear uma carga de lenha brutal aos Celtics em pleno jogo 7 das meias finais de conferência, e eu até ando bem disposto por causa disso, tomem lá: Dwight Howard sem dó nem piedade para com o Glen “Big Baby” Davis – Foto: Yahoo Sports |
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Like a tiger defying the laws of gravity |
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Foto, música e PDF para variar.
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Time after timePraticamente todos os posts que estão para trás têm links partidos e é quase impossível encontrar uma música que funcione. A maioria dos serviços de hosting que fui arranjando ao longo dos meses para ir alojando uns mp3 acabam por, invariavelmente, fechar as portas. Também não tenciono usar o alojamento que tenho p Assim sendo, e para me redimir, deixo aqui um fóssil que tão bem me soa aos ouvidos. Time after time de Cindy Lauper foi apenas o segundo single do álbum She’s so unusual que Cindy lançou em 1983 mas foi com ele que a cantora atingiu os tops por todo o mundo. Eu confesso que pouco me lembro da imagem de Cindy Lauper e só com o youtube é que lá cheguei, mas para quem já tinha memória funcional nos anos 80 consta que poucas rivalizavam com ela. A mim custa-me um bocado a perceber o porquê, mas pronto, o que vale é que gosto sinceramente da música, desde que em doses individuais e de 3 em 3 meses que é para não abusar. E como ainda há coisa de dias a descobri algures no disco. Cindy Lauper – Time after time (é favor clicar mesmo em cima do link ^^ para abrir o leitor)… |
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You put poison in my soup, you put devils in my dreams.Não tenho muitos CDs originais e muito menos originais nacionais. Aliás, dos poucos que comprei já nem sei da maioria. Mas tenho dois que guardo religiosamente: Fossanova e La Toilette des Étoiles, ambos dos Belle Chase Hotel.
Ontem, enquanto fazia mais uma travessia de comboio entre a cidade (partida) e a aldeia grande (chegada), ou por outras palavras entre Porto (partida) e Lisboa (chegada) ouvi repetidamente o Fossanova e relembrei-me do porquê de gostar tanto daquilo: é simplesmente perfeito. Sou sincero e admito que não há muita música nacional que me agrade. Excepções são os projectos do JP Simões, os projectos do Paulo Furtado (especialmente a solo como Legendary Tiger Man) e mais recentemente os X-Wife. De resto tudo o que ouço e que tenha sido feito por cá é passageiro. Ouço Clã, gosto e quando me canso do álbum encosto-o até me esquecer completamente dele; ouço Micro Audio Waves e idem aspas; podia dar mil e um exemplos destes mas acho que percebem o que quero dizer.Os Belle Chase Hotel pertencem ao minúsculo grupo de bandas às quais posso a qualquer momento ir buscar ao baú e gostar sem me sentir farto de ouvir as mesmas músicas repetidamente. Mas isto tudo serve para quê? Para dizer que me lembrei de ir ver se o projecto se mantinha morto e enterrado ou se por obra e graça do espírito santo tinha sido ressuscitado. À falta de uma homepage da banda acabei por ir parar à página da wiki, a qual no fim tem a seguinte passagem: Em Abril de 2007, Pedro Renato revela que o grupo estava a preparar o seu 3º disco e que procuravam um novo cantor. Humm… não. A sério, não façam isso. Se bem que a passagem refere Abril de 2007, ou seja há mais de ano e meio, até me dói a alma em pensar que pode sair qualquer coisa com uma etiqueta de Belle Chase Hotel sem a voz do JP Simões. Não façam isso, senhores. Chamem-lhe o que quiserem mas não gravem com esse nome. Os Belle Chase Hotel sem o JP Simões são como os Queen sem o Freddy Mercury, os Rage sem o Zack de la Rocha ou os Diapasão sem o Marante: não fazem sentido. Quando ouvir alguém a cantar esta Scorpions in Love com o mesmo génio com que o JP Simões a cantou pode ser que mude de ideias. Mas não acredito que vá mudar. Belle Chase Hotel – Scorpions in love
Scorpions in Love Baby I’m sorry, I’ve got to go. Maybe i’ll write you: I probably won’t. You brought such misery into my life! Yoy’re lucky I don’t carry a knife. Baby I love you but i’ve got to go. Maybe I’ll miss you: I don’t think so! Maybe I’m lucky to be alive. Oh, what a stupid thing to remind! |
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O que um gajo descobre em cds riscados…De vez em quando tenho um daqueles acessos de nostalgia que me fazem remexer em cds antigos cheios de tralha que não lembra ao menino jesus (sim, que parece que e
stá a chegar o natal, e por isso volta a moda de se falar do menino jesus a qualquer hora do dia).Invariavelmente encontro nesses cds documentos do tempo de faculdade, relatórios de laboratórios de física que não me lembro de ter feito, folhas com exercícios de uma cadeira qualquer que provavelmente nunca tinham sido abertos antes, e sobretudo mp3 soltos de musiquinhas que não lembram ao diabo (se é natal e se passam o tempo a falar do menino jesus, o menino diabo também tem direito a tempo de antena). No meio disto tudo só é chato quando tenho estes ataques de nostalgia logo pela manhã cedinho e à custa dessa brincadeira acabo por passar um dia inteiro com uma música qualquer a martelar-me na cabeça. Hoje, para piorar a tara, ficou-me esta maravilha: The Communards – Don´t Leave Me This Way.mp3
Sim, eu confesso que gosto desta música, podem rir à vontade ou fazer como faz a minha namorada quando eu ouço isto nalgum lado e ela está presente e me deita um olhar do tipo “deves estar a brincar”.
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Saudades da minha cidadeJá cá moram após tão pouco tempo em Lisboa. A minha cidade sempre foi e sempre será o Porto. Por isso, mal tenha as primeiras folgas e a oportunidade de voltar a viver o Porto lá estarei no Sá da Bandeira, dia 21 do próximo mês a ver pela 1389475ª vez dEUS. Desta vez com álbum de 2008 (Vantage Point) que confesso ainda nem ter ouvido com grande atenção.
Mas só o facto de poder ouvir novamente maravilhas como esta Bad Timing e de o fazer na minha cidade, naquele teatro onde passei tantos Saraus e ir depois até ao Piolho matar as saudades é suficiente para me fazer ir contando os dias.
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