Coffee Brake


É de aproveitar que a noite está calminha (e aqui o Nuno está a fazer a maior parte do trabalho) para satisfazer os pedidos do Arlindo (z8 nos comentários) e meter aqui alguma coisa que regale a vista e faça com que o Nuno não se importe de eu andar aqui de volta dos plugins do wordpress.

E não me lixes pá, isto é melhor que um screenshot do Debian.

Alicia Witt

Alicia Witt

  • Facebook
  • Twitter
  • del.icio.us
  • Digg
  • StumbleUpon

Há aí lugar para mais um?


A F1, se é que ainda se pode chamar F1 àquele desporto, anda uma bagunça. É no que dá ter dois tipos como o Mosley e o Ecclestone à tomar decisões. E a procissão ainda vai no adro visto que para o ano querem fazer daquilo um campeonato de carrinhos de rolamentos.

Por mim, que já não acordo de madrugada para ver corridas e até me esqueço delas como já aconteceu este ano, tanto me faz.

Mas que isto é uma foto brutal, lá isso é. E que só podia ter sido tirada no Mónaco, isso só.monaco

Foto: BBCSports

Roxette – Sleeping in my car

  • Facebook
  • Twitter
  • del.icio.us
  • Digg
  • StumbleUpon

Eu não gosto de Hip Hop ou R&B. Mas…


À custa do bombardeamento de anúncios “Where amazing happens que acontece a cada timeout ou intervalo de jogo na NBA, levei com tamanha lavagem cerebral que dei por mim a cantar a Amazing de Kanye West durante os últimos dias.

O pior de tudo é que me parece que até estou realmente a gostar da música.

E como os Orlando lá foram a Boston, ao mítico Garden arrear uma carga de lenha brutal aos Celtics em pleno jogo 7 das meias finais de conferência, e eu até ando bem disposto por causa disso, tomem lá:

D12

Dwight Howard sem dó nem piedade para com o Glen “Big Baby” Davis – Foto: Yahoo Sports

Kanye West – Amazing

  • Facebook
  • Twitter
  • del.icio.us
  • Digg
  • StumbleUpon

Like a tiger defying the laws of gravity


Foto: Grobbekuiken

Queen – Don’t stop me now

  • Facebook
  • Twitter
  • del.icio.us
  • Digg
  • StumbleUpon

Foto, música e PDF para variar.


casabolaPor mais estranho que pareça, esta casa do arquitecto Eduardo Longo passou mesmo de projecto em papel para a realidade. Há gente para tudo, até para construir casas esféricas em cima do telhado dos outros. Quem viver em São Paulo pode confirmar. Quem quiser ver fotos reais pode ver este PDF.

Madness – Our House

  • Facebook
  • Twitter
  • del.icio.us
  • Digg
  • StumbleUpon

Homem livre, tu sempre gostarás do mar


Detesto praia. Detesto o burburinho de quem diz procurar descanso num areal sujo onde procura uma vaga para uma toalha. Detesto o toque da areia. Detesto ir banhar-me no mar. Adoro o mar.

Gosto de me encontrar quando estou com o mar. Gosto de passear por uma marginal quando tenho um destino específico, não por vaguear, quando sei para o que vou. Procuro um pontão longo e procuro um lugar junto à rebentação das ondas onde não tenha absolutamente ninguém ao meu lado, onde só ouça o barulho do mar. Ligo o leitor de MP3 e posso ficar horas inerte a ouvir a minha música, na minha companhia, com o meu mar. Fascina-me a força bruta daquela massa azul, a sua inviolabilidade, o efeito que tem sobre mim. Muitas vezes fui para estes locais à noite sentado só na escuridão a apreciar o medo que o som deste monstro fazia a toda a minha volta, sentado como Gulliver em Brobdingnag.

É nestes momentos que faço algo que nem sempre me é permitido, é nestes momentos que penso, isolado, só por mim, onde permito pensar-me invadido por uma amálgama de sentimentos que escalam conforme os sons das ondas e das minhas músicas. Ouço dEUS e invadem-me a nostalgia e a saudade. Ouço Air e invade-me a leveza do ser. Ouço DeVotchka e invade-me a injustiça. Ouço Morrissey e invade-me a vaidade. Ouço Morphine e invade-me a certeza. Ouço Schifrin e invade-me a solidão que procuro. Invadem-me resoluções, nenhuma menos importante que outra. Revigoro-me.

Homem livre, tu sempre gostarás do mar ; Charles Baudelaire

DSC00427

Eu e o meu mar, 20/08/08

Sinto-me eu, o verdadeiro eu, o eu que que finalmente se despede do seu mar e caminha em direcção ao mundo. Mas não sou o eu que vai de encontro a este, sou antes o eu que permite que o mundo me volte a rodear mas sem nunca me tocar. Volto a ouvir a cercar os meus headphones o som dos humanos incapazes de perceber que volto a sorrir enquanto que caminho pelo meio do mundo a ouvir The Killers.

But it’s just the price I pay

Destiny is calling me

Open up my eager eyes

‘Cause I’m Mr. Brightside

  • Facebook
  • Twitter
  • del.icio.us
  • Digg
  • StumbleUpon

As putricas sobre o Douro


De volta de um dia em cheio na Red Bull Air Race, ou como a descreveu o Jaime : “Aquilo que nós vamos descrever aos nossos netos como “A primeira vez que vimos abionetes a fazer putricas em cima do rio Douro, metidos no silbado e com o sol a comer-nos a pinha.” “.
Depois escolho as melhores fotos e um ou outro vídeo e meto por cá -para além da que meto abaixo- e desde já fica a admiração (é mesmo a sério) por quem conseguiu passar umas 8 horas em pé, junto ao rio em qualquer uma das margens e sem se poder mexer durante a maior parte do tempo, tal qual sardinhas em lata. Nós que saltamos muros do lado de Gaia para invadir a a propriedade privada do “senhor Croft” e que ficamos debaixo das árvores já achamos complicado suportar o calor, quanto mais quem se aventurou realmente pela marginal…

Ah, e quem não sabe o que são “putricas” que não fique a pensar que a palavra existe mesmo. São cambalhotas à boa maneira de se dizer por aqui.
  • Facebook
  • Twitter
  • del.icio.us
  • Digg
  • StumbleUpon

Tatuagens de Montreal


Os Of Montreal são uma banda que não é de Montreal. Acho que isto deve ser a primeira coisa que devem ficar a saber. A segunda é que até fazem umas coisas engraçadas. Então porque raio é que estes tipos se chamam Of Montreal? Porque, pelos vistos, um dos fundadores desta banda da cidade de Atenas no estado da Georgia (EUA) cresceu com uma ama que tinha uma tatuagem na perna com essa mesma inscrição. E quem somos nós para achar isso estranho?

Mas falando das músicas que estes senhores fazem, e já as fazem desde meados da década de 90, confesso que só fiquei a conhecer há coisa de uns mesitos, por altura em que me chegou às mãos o álbum Hissing fauna, are you the destroyer?. E demorei a ouvir o álbum com atenção, mas agora que o faço acho que já lhe devia ter prestado atenção há bem mais tempo. E para quem ainda não conhece, ficam aqui com a Gronlandic Edit. E como podem reparar pela amostra, a estes senhores já não lhes basta ter um nome de banda estranho como ainda fazem questão de dar nomes tão ou mais estranhos às músicas.

  • Facebook
  • Twitter
  • del.icio.us
  • Digg
  • StumbleUpon

Lá em cima esta o tiroliroliro


Porque a época na NBA está a chegar ao fim, à altura de todas as decisões.

Foto: Matt ||| dEUS – Fell of the floor, man
  • Facebook
  • Twitter
  • del.icio.us
  • Digg
  • StumbleUpon

Cannonball


Uma das músicas que mais saudades me fazem sentir de umas noitadas no Batô ; presença quase que obrigatória na playlist da casa.
  • Facebook
  • Twitter
  • del.icio.us
  • Digg
  • StumbleUpon