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Arquivo de December, 2007Como chamar estúpidos a "6 milhões".Mais do que os Portistas que já estão habituados às tretas dos jornais desportivos nacionais, eu acredito mesmo que são os benfiquistas que se devem sentir insultados por ver coisas destas no dia seguinte à derrota com, provavelmente, a pior exibição da época e que os coloca a 10 pontos do líder:
Que se lixe a exibição, os 10 pontos, a época já meia perdida… o que interessa é que o Vieira foi buscar o Delgado. O Record acredita piamente que esse sim é o motivo pelo qual os benfiquistas devem estar felizes: vem aí mais uma vedeta! Hip hip hurray!
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Arquivo de December, 2007Ai sim?Os últimos dois posts falam de coisas de que gosto, este não vai ser excepção e vem confirmar a regra do “não há duas sem três”.
Vou falar do Filipe Menezes. Gosto dele, e os portugueses deviam gostar todos, nem que fosse por uma simples questão de gratidão colectiva. Já dizia o velho ditado que “rir é o melhor remédio”, e como tal os portugueses devem andar agradecidos ao senhor por fazer de Portugal um país com gente mais saudável. Isto por causa das suas declarações do dia 10 em que afirma convictamente à SIC notícias que o Sócrates deve pedir desculpa ao país à custa da morte (mais uma) de um segurança da noite do Porto. Eu iria ainda mais longe:
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Arquivo de December, 2007Where amazing happensEu sei que somos poucos por cá (Chino, esta é para ti), mas ainda somos alguns a perder umas horas de sono para ver uns jogos de basket daqueles como só se fazem do outro lado do atlântico. E se há coisa que os tipos fazem bem na NBA para além de jogar é a forma como promovem o desporto.
Desde miúdo e da altura em que acompanhava aos sábados à tarde o NBA action que passava na RTP2 e onde o prof. Carlos Barroca me fazia ficar literalmente colado ao ecrã enquanto descrevia as melhores jogadas da semana e onde eu acompanhava as vitórias dos “meus” Orlando Magic com o Shaquille O’Neal e companhia, que os anúncios de promoção à liga me deixavam maravilhado. Este ano decidiram fazer uma série de novos anúncios que são autênticas pérolas, mesmo para quem se está perfeitamente a borrifar para o basket. Para quem gosta da NBA, os anúncios são perfeitos: as imagens, os textos e o significado dos mesmos para quem segue a liga, a música, tudo está “no ponto”. Para quem não gosta, bem que pode fechar os olhos e não ver o anúncio porque só a música vale a pena. Por isso, e para quem não conhece e tiver curiosidade, ficam aqui dois dos anúncios que passam intensivamente nas transmissões da ESPN, TNT e FSN. [youtube=http://www.youtube.com/watch?v=evApapdysp0&rel=1]
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Arquivo de December, 2007URZE – No rastoFoi já há dois fins de semana, mas mais vale tarde do que nunca:
Com organização do GTF (Grupo Teatral Freamundense) foi possível assistir a um fim de semana de teatro (ainda para mais de entrada livre) em Freamunde embora só tenha podido estar na primeira peça apresentada, na sexta-feira dia 30 de Novembro. Em cena esteve No Rasto de Miguel Torga pela companhia URZE de Vila Real, e que excelente foi! Desde a actuação de todo o elenco, passando pela simplicidade do cenário tão bem representativo daquilo que são as raízes de Torga e pela iluminação e sonoplastia perfeitamente enquadradas. Nada falha na peça, nada! Sem qualquer exagero foram os melhores 70 minutos de teatro a que assisti até hoje e a prova que não são necessárias extravagâncias, truques e acessórios para tornar uma peça grande. A simplicidade que tanto gosto em Torga esteve sempre presente sem nunca se confudir o simples com o simplista. foto retirada do site da URZE
Com apenas 5 elementos fazendo transições constantes entre cenas completamente distintas com uma suavidade impressionante, com representações de personagens completamente opostas mas todas elas capazes de criar uma relação de proximidade com o público, os actores Andreia Vasconcelos, Fábio Timor, Glória de Sousa, Isabel Feliciano e Rui Félix encheram completamente o palco. Foi pena, apenas e só isso, que não estivesse casa cheia. Merecia o GTF, merecia o teatro, merecia a URZE e certamente que a ovação final teria tido outra dimensão. |




