O Yes de 95 é para alguns o pior álbum de Morphine. Mas só para alguns.
Ainda há pouco tempo falava com um tipo que de vez em quando vem aqui ao blogue mandar-me umas alfinetadas (ou é sobre F1 ou sobre futebol… coisas de homem, não é Marquêz?) que é também um adepto de Morphine e ele dizia-me o mesmo: “Não percebo porque é que falam tão mal do Yes”.
A explicação que encontramos foi que como o alinhamento do álbum arranca com a Honey White, um dos maiores êxitos da banda, o resto do álbum parece não acompanhar o ritmo frenético que o duplo saxofone do Dana Colley debita nesse single.
É recorrente num álbum que tem um single “forte” não se prestar tanta atenção ao resto das músicas que o compõem durante um bom período de tempo, ou pelo menos comigo é. E depois acontece outra coisa ainda pior: quando se cansa do single (por exaustão) o resto do álbum fica encostado na prateleira.
A verdade é que eu também demorei algum tempo a gostar do Yes e a descobrir por lá algumas das que são agora as minhas favoritas da banda de Boston, entre as quais a que vos deixo de seguida:
Ainda há pouco tempo falava com um tipo que de vez em quando vem aqui ao blogue mandar-me umas alfinetadas (ou é sobre F1 ou sobre futebol… coisas de homem, não é Marquêz?) que é também um adepto de Morphine e ele dizia-me o mesmo: “Não percebo porque é que falam tão mal do Yes”.
A explicação que encontramos foi que como o alinhamento do álbum arranca com a Honey White, um dos maiores êxitos da banda, o resto do álbum parece não acompanhar o ritmo frenético que o duplo saxofone do Dana Colley debita nesse single.

É recorrente num álbum que tem um single “forte” não se prestar tanta atenção ao resto das músicas que o compõem durante um bom período de tempo, ou pelo menos comigo é. E depois acontece outra coisa ainda pior: quando se cansa do single (por exaustão) o resto do álbum fica encostado na prateleira.
A verdade é que eu também demorei algum tempo a gostar do Yes e a descobrir por lá algumas das que são agora as minhas favoritas da banda de Boston, entre as quais a que vos deixo de seguida:
Por outro lado, o álbum de estreia em 92 – Good – é para alguns o melhor da banda. Mas só para alguns. É certo que foi uma lufada de ar fresco na cena musical dos anos 90, foi a explosão de Sandman para os palcos e o início do culto, mas não o coloco ao nível dos 4 álbuns de originais que se seguiram: Cure for pain; Yes ; Like Swimming ; The night.
Tem, no entanto e como não podia deixar de ser, algumas pérolas como a You look like rain, a Have a lucky day e a que vos deixo a seguir.
Morphine – You speak my language (Good)
E sim, eu sei que 99% das pessoas salta este tipo de posts em frente, mas pelo menos guardem a música no disco para ouvir mais tarde, numa altura em que até tenham paciência para ouvir aquilo que eu também ouço.

Não me vou alongar muito no meu comentario Sr Paulo, até porque já disses te tudo o que eu diria acerca desse album “yes”, queria só chamar a atenção para duas musicas a “yes” e tambem a “I had my chance”, as minhas preferidas desse album e das minhas preferidadas de toda a discografia de Morphine
Boa jogada. “Have a lucky day”
Já ta na altura de um novo post…
A malta tá a espera… Da-lhe ai com uma novidade, nem que seja o facto de o shumi ir correr novamente num ferrari para fazer uns testes…
Your wish has been granted. ;)