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Arquivo de October, 2007E mais outra doseO Yes de 95 é para alguns o pior álbum de Morphine. Mas só para alguns.
Ainda há pouco tempo falava com um tipo que de vez em quando vem aqui ao blogue mandar-me umas alfinetadas (ou é sobre F1 ou sobre futebol… coisas de homem, não é Marquêz?) que é também um adepto de Morphine e ele dizia-me o mesmo: “Não percebo porque é que falam tão mal do Yes”. A explicação que encontramos foi que como o alinhamento do álbum arranca com a Honey White, um dos maiores êxitos da banda, o resto do álbum parece não acompanhar o ritmo frenético que o duplo saxofone do Dana Colley debita nesse single. ![]() É recorrente num álbum que tem um single “forte” não se prestar tanta atenção ao resto das músicas que o compõem durante um bom período de tempo, ou pelo menos comigo é. E depois acontece outra coisa ainda pior: quando se cansa do single (por exaustão) o resto do álbum fica encostado na prateleira. A verdade é que eu também demorei algum tempo a gostar do Yes e a descobrir por lá algumas das que são agora as minhas favoritas da banda de Boston, entre as quais a que vos deixo de seguida: Por outro lado, o álbum de estreia em 92 – Good – é para alguns o melhor da banda. Mas só para alguns. É certo que foi uma lufada de ar fresco na cena musical dos anos 90, foi a explosão de Sandman para os palcos e o início do culto, mas não o coloco ao nível dos 4 álbuns de originais que se seguiram: Cure for pain; Yes ; Like Swimming ; The night. Morphine – You speak my language (Good) E sim, eu sei que 99% das pessoas salta este tipo de posts em frente, mas pelo menos guardem a música no disco para ouvir mais tarde, numa altura em que até tenham paciência para ouvir aquilo que eu também ouço. |
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Arquivo de October, 2007A patite é do caraças.Esta tenho que agradecer ao Pedro Mendonça por me mostrar esta pérola:
Um belo exemplar de como deviam ser todas as peças de todos os telejornais. Acabavam-se as notícias que nos fazem ficar a pensar que já não há salvação para a espécie humana. Assim todos ficariam a pensar que continua a não haver salvação para a espécie humana mas que isso não interessava para nada porque pelo menos há sempre motivo para rir, e rir é o melhor remédio. |
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Arquivo de October, 2007Porque é que este blog tem o aspecto de estar abandonado?Existem vários motivos entre os quais alguns que até podem fazer sentido. Outros nem por isso.
O primeiro e maior de todos os motivos é: não me apetece escrever. O segundo -e segundo maior de todos; ahah, Sherlock!- é que quando me apetece escrever não tenho tempo/paciência. O terceiro é este, e neste momento é o meu primeiro filho e como tal tenho que lhe dar a atenção devida. O quarto é este. O quinto é este, instalado no quarto motivo. Agora em relação ao que realmente importa: KIIIIIMIIIIII. E por fim, e como atestado do meu estado actual, só tenho ouvido música da qual supostamente já me tinha fartado para o resto da vida. Como exemplo seguem aqui as 5 do Showbiz de 99 que ouvi durante a escrita deste post. Sim, eu demorei uma eternidade para escrever isto porque não encontrava o raio do link para o site da HP.
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Arquivo de October, 2007Importam-se de repetir, ó faz favor?Ainda ontem ao jantar se discutia o quão ridículos e políticos se estavam a tornar os prémios Nobel. Ainda ontem ao jantar disse que para se ter uma noção disso mesmo bastava ver que um dos candidatos mais falados deste ano para o Nobel da paz era Al Gore. Hoje acordo e vejo isto:
O Prémio Nobel da Paz foi hoje atribuído ao ex-vice-presidente norte-americano Al Gore e ao Painel Intergovernamental para as Alterações Climáticas da ONU. Bingo! Não é tão mau como o que deram ao Kissinger, mas não não deve andar muito longe. Afinal de contas foi o vice-presidente de um governo que “ano sim-ano não” bombardeava o Iraque sem razões válidas aparentes para além de um machismo militar ridículo. Para quem não sabe do que estou a falar, e para quem não está a par das chacinas efectuadas pela administração Clinton no Iraque entre os períodos de guerra iniciados por Pai e Filho Bush, podem dar um saltinho aqui, aqui ou ler um artigo interessante aqui só para começar a ter uma ideia. Há coisas fantásticas, não há? |
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Arquivo de October, 2007GénioSem comentários… |
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Arquivo de October, 2007I just Relaxed in your arms tonightPara esclarecer desde já: eu não gosto de ouvir Mika. Não gosto da voz, não gosto das músicas. Não sou obrigado a gostar de tudo o que é música e por isso o Mika fica de fora das minhas preferências. No entanto há quem goste, e isso não me faz a mínima confusão. São simplesmente gostos.
A mim acontecia-me uma coisa estranha quando ouvia o primeiro single “Grace Kelly”: sempre que começava o refrão eu ria. Sim, parecia um maluquinho mas não conseguia evitar… não sei explicar o porquê, não o queria fazer, nem sequer acho a música má ao ponto de dar para rir. Simplesmente aqueles agudos tinham pior efeito em mim do que uma pena a fazer cócegas nas plantas dos pés. Não me acontece com mais música nenhuma (felizmente). Agora, este post é acerca de uma música que tem rodado que se farta nas rádios e que me basta ouvir uma vez durante o dia para não me sair mais da cabeça (ao ponto de me ter feito pensar “será que eu realmente gosto disto?” ). Mas a explicação para é simples: os ritmos repetitivos (loops) entranham-se literalmente nas memórias imediatas que temos. E esta “Relax” do Mika é o perfeito exemplo: um ritmo simples e em loop constante. Só que fiquei sempre com a ideia de que a música não seria original, ou pelo menos que teria uma boa quantidade de samples já conhecidos. A primeira hipótese que me passou pela cabeça é que a Relax teria alguma coisa de Supertramp… depois pensei em Bee Gees… até que hoje ouvi o início da música que vos deixo de seguida. Agora digam-me lá, o início e o refrão não são iguais? (Esqueçam o tom de voz, foquem só o instrumental). Ou então imaginem o refrão da Relax enquanto ouvem a dos Cutting Crew. Encaixa ou não encaixa? São ou não são os mesmos acordes? |
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Arquivo de October, 2007Pi Pi Pi x 50Faz hoje precisamente 50 anos que um senhor soviético chamado
Korolev festejava como um louco e que uns quantos outros senhores americanos estavam incrédulos com o que ouviam num pequeno “rádio”.
Era o Sputnik, o primeiro satélite artificial a orbitar o nosso planeta. Lançado pelo R7, uma das maravilhas da engenharia soviética (e em especial de Korolev), o Sputnik não foi mais do que uma pequena bola de aço com um transmissor de 1 watt entre os 20.000 e os 40.000 MHZ) que viajava agarrado a quase 80Kg de bateria e que fez cerca de 300 órbitas à Terra a uma velocidade de praticamente 30000 Km/h. |
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Arquivo de October, 2007Queriam F1? É? Queriam mesmo?Ok. Então enquanto o youtube não apagar o vídeo fiquem lá com uma das melhores coisas que a F1 produziu nos últimos anos.
E no fim da corrida, quando entrevistados em conjunto, Massa e Kubica riram-se desta última volta dizendo que tinham tido imenso prazer em fazer isto e que gostavam de repetir. Estiveram bem melhor do que outros que por muito menos acusam o resto do mundo de estar contra eles… (sim, eu também mando piadas destas para picar os adeptos do Alonso. Mas é só de vez em quando, quando estou bem disposto.) |
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Arquivo de October, 2007InconvenienteComo se pode ler hoje no DN:
A polícia britânica tem estado unicamente a trabalhar sobre aquilo que o casal McCann pretende e lhe convém.” Foi num tom explosivo e revoltado que o coordenador da investigação sobre o caso Madeleine, Gonçalo Amaral, comentou em breves declarações ao DN a notícia publicada ontem em vários jornais ingleses. Ler a notícia toda deixou-me meio perplexo. Ninguém faz declarações destas de ânimo leve, muito menos o coordenador da investigação. Gonçalo Amaral, coordenador da Polícia Judiciária de Portimão, foi demitido esta tarde, depois de ter criticado os investigadores da polícia inglesa que colaboram nas investigações ao desaparecimento de Madeleine McCann, confirmou o PÚBLICO. O que eu gostava de saber, e não se encontra em nenhuma |
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Arquivo de October, 2007Brilhantismo online |






