Estes dias de calor trazem-me estas memórias, não há volta a dar.


Senão, veja-se bem esta pérola:
Man. I was so sad when I found out about this. these kids were totaly innocent and had families. I get so angry when I hear about this kind of thing. You had issues with your girl, so you kill her, then you realize you are sick of life and are going to jail, so you go kill everyone to go out with a bang? WTF?I’m getting a license to carry a weapon this summer and I’m seriously thinking of taking a gun to class. You never know nowdays what crazy fool will come and try the same. I want to be prepared to save the lives of fellow of students and my own as well.
Ora bem, nada melhor do que tirar uma licença de porte de arma e carregar consigo a dita cuja para dentro das salas de aula para evitar que estas coisas de tirinhos com pistolas de fulminantes aconteçam. Sim, porque no entender desta alma iluminada é este tipo de prevenção que deve fazer parte da nossa rotina diária. Eu, pessoalmente, sempre que comia na cantina do Campo Alegre pensava para comigo que “isto é tão mau que não sei quando é que alguém vai desatar aqui aos tiros às empregadas por causa deste arroz de argamassa.”.
Depois admiram-se…
Charlton Heston, o presidente da National Rifle Association (é tipo o Clube de Caça e Pesca lá da zona, só que com gente a fazer de alvo) disse uma vez que:
Guns Don’t Kill People, People Kill People.
Robin Williams, no seu stand-up memorável na Broadway disse que:
Guns don’t kill people… Apes with guns kill people.


| Nº SGS | Tema | Estado | Data de Registo |
| 2007-151577 | Problemas Técnicos Falha de Sincronismo Intermitente | Aberto | 2007/04/17 |
Um bom arranque de Massa, um bom arranque de Alonso que ganha a posição a Raikkonen e dois toques na primeira curva que deixam de fora Button e Speed (à primeira vista parecia que tinha sido um toque entre ambos, mas não. Ambos deram um ligeiro toque na roda de quem lhes ia à frente e, como que sincronizados, fizeram um pião e ficaram por ali). Achei piada à forma descontraída e diria quase que alegre como o Button saiu do carro e ainda esteve a falar com o Speed. Quase que podia dizer que estava feliz por ter ficado logo por ali em vez de ter que se arrastar mais uma vez em pista com aquele Honda que continua a não ser melhor que os Aguri.Lá para trás é que as coisas andavam mesmo animadas e no meio de inúmeras ultrapassagens, de momentos quase cómicos como os que envolviam o Mark Webber em pista com a “tampa da gasolina” aberta, havia uma boa corrida, com os Toyota e os Renault a finalmente conseguir melhor do que andar a arrastar o fundo plano pela pista e a conseguir resultados decentes, mas mesmo assim muito à custa das desistências dos Red Bull que estavam a fazer uma excelente corrida, em especial Coulthard que aos cento e quarenta e nove anos ainda é capaz de fazer coisas bem porreiras com o carro.
Boa corrida também para o Davidson no Super Aguri até ter que desistir com o motor a arder.
Mas o que realmente interessa é que este ano, tal como eu dizia no sábado à noite ao “Marquêz” (sim, eu sei que vais ler isto) que me acusa de continuar a só ver o vermelho Ferrari à frente (eu bem que tento evitar, mas pá, não consigo), tenho quase a certeza que o campeonato se decidirá apenas devido à fiabilidade dos carros. Parece-me que o equilíbrio de carros e pilotos entre Ferrari e McLaren é demasiado grande para que haja favoritos nesta altura do ano. Lá para o Verão, e quando começarem a surgir os primeiros motores Ferrari ou McLaren defumados é que alguém vai acabar por ganhar vantagem.
Mas não me importo nada de ver o campeonato tal como está agora:
Só não gosto é de ver a McLaren à frente dos construtores por 5 pontos.
Talvez a 13 de Maio, apenas daqui a um mês (onde raio é que o Eccleston tem a cabeça para fazer um calendário assim?) as coisa já mudem mais para meu gosto.
E como eu recuso terminantemente a possibilidade de tornar este blog numa coisa que se assemelhe, mesmo que remotamente, a algo com credibilidade, achei que estava na horinha de vos dizer aquilo que mais me atormenta a alma neste preciso momento:
A discussão começou há umas semanas quando surgiram fotos da menina com um decote avantajado (sim, porque nunca lhe vimos mais nada do que um decote, certo meus senhores? ) e apareceram as primeiras perguntas. Seriam implantes? Ou seriam apenas as maravilhas do wonderbra?
Bem, se um wonderbra consegue fazer isto:

bendito seja o seu inventor.
Mas eis que surgem as seguintes provas:

Ok, parece-me que a discussão deixa de fazer sentido já que as dúvidas foram todas esclarecidas. Agora só há uma coisa a fazer e isso será apenas esperar que a menina Hilton lance mais um dos seus premiados filmes de nus artísticos.
E sim, estou à espera que os movimentos feministas me maltratem após este post. Mas para isso respondo desde já que, tal como o Marco, sou um apoiante fervoroso da igualdade de direitos entre ambos os sexos e por isso mesmo sou também um apoiante do movimento Top Freedom.
Quem tem a coragem de meter uma ovelha com o símbolo do Espanhol como etiqueta na orelha na capa de um jornal diário nacional merece tudo de bom. Porque quem faz uma coisa destas contribui inegavelmente para um dia bem disposto de quem gasta 75 cêntimos para poder emoldurar esta obra de arte para a posteridade:

A escolaridade universalizou-se. O analfabetismo juvenil terminou, sobrando apenas alguns analfabetos adultos e idosos. Dos quase 40 por cento de analfabetos de 1960, passou-se a uma taxa próxima dos 8 por cento. A expansão do sistema escolar atingiu grandes proporções, tendo chegado, pela primeira vez na história, a todo o território e a toda a população. A escolaridade obrigatória (nove anos) é efectiva desde a década de oitenta. Apesar das elevadas taxas de repetição, insucesso e abandono, quase toda a população juvenil até aos quinze anos está escolarizada. Em 1960, o número de estudantes a frequentar o ciclo terminal do ensino secundário era ligeiramente superior a oito mil; é actualmente de cerca de 380.000. A expansão do sistema de ensino superior foi igualmente muito visível, dadas as suas reduzidas dimensões prévias: entre 1960 e 2000, a população estudante a frequentar estabelecimentos de ensino superior passou de 26.000 para mais de 400.000.
Enfim… é triste saber que há quem não compreenda a dimensão dos números que nesta passagem são retratados.