Esteve em coma bastante tempo, mas está a dar sinal de si.
O Filmes de Culto está vivo. Pouco, mas já é melhor que nada.
Arquivos mensais: Novembro 2006
Fantástico, Melga!
Geralmente despachamos o telefonema com um fácil “Obrigado mas não estou interessado, boa noite, com licença...”, mas há gente que tem um bocadinho mais de imaginação.
É o caso de um americano, Tom Mabe, que tem por hábito “dar treino” aos vendedores e gravar conversa. Depois é enviar a k7 para a rádio local e partilhar com o resto da malta.
O resultado? Pá… ouçam… ouçam que vale a pena:
3º acto
E se nas duas primeiras semanas a qualidade dos espectáculos foi elevada, pena foi ter verificado algumas cadeiras vazias no sábado passado. O preço não creio que seja desculpa, visto que 2,5€ para estudantes e reformados e 5€ para restantes não deverão ser suficientes para afastar as pessoas de actividades culturais de relevo como esta.
Espero portanto que este sábado se veja novamente casa cheia no Teatro de Freamunde, coisa que o GTF e as companhias participantes neste encontro merecem.
Novamente graças ao Pedro Lopes do GTF é possível disponibilizar aqui informação sobre a colectividade cultural e autor da peça que sobem a palco já amanhã:
(1) O Grupo
O TEF Teatro Experimental Flaviense, CRL é uma Cooperativa Cultural fundada em 20/01/1980.
Para além do Teatro nas vertentes de produção, representação, formação, festivais e aopoi ao renascer do Teatro popular, realiza ainda outras actividades tais como: animação cultural, ocupação dos tempos livres, espectáculos para crianças, a hora do conto para criança da escolas, as mostras de teatro de Chaves, a publicação de uma revista literaária a “Teatrando” e a participação em projectos dos quais se destaca a Desfile Romano em Chaves.
A componente de itinerância com que de inicio ganhou nome continua a correr, quer em Portugal quer em Espanha, já esteve em mais de 100 localidades diferentes destacando-se as principais cidades de Portugal: Lisboa Porto Coimbra Viseu, Setúbal e pela 1ª vez em Freamunde. Ao longo destes Anos de actividade continua recebeu vários prémios e menções destacando-se o Premio Podium 92, Premio Alto tâmega 93, Premio Podium 99 e a Medalha de Mérito Municipal Grau Bronze, atribuída pela Câmara Municipal de Chaves em 2001.
(2)Guilherme Figueiredo
(1915-1997)
Nasceu em Campinas, São Paulo, Brasil. Em 1936 bacharelou-se pela Faculdade de Direito na Universidade do Rio de Janeiro. Participou do Movimento Modernista de 1922 e notabilizou-se principalmente por suas peças teatrais que obtiveram muito sucesso, principalmente “Um Deus dormiu lá em casa” (1949) e “A raposa e as uvas” (1953). Publicou poucos livros de poesia: “Um violino na sombra” (1938), sua estréia nas letras, “Ração do abandono” (1974) e “Pássaro Quebrado” (1983).“Cada indivíduo tem o chato que merece. É impossível chatear um chato. Dois chatos da mesma espécie não se chateiam.” Guilherme Figueiredo
Quero também aproveitar este post, e já que se fala de teatro, para corrigir um erro meu cometido há cerca de meio ano… Quando aqui falei da Jangada Teatro e da sua magnífica peça de Camilo Castelo Branco, “O Morgado de Fafe em Lisboa”, referi a companhia como sendo amadora. Pois há bem pouco tempo fui alertado por email (de Marco Tomás) de que na verdade a companhia é profissional… pois bem, peço desculpa à companhia (aliás, os motivos que me fizeram dizer a palavra “amadora” em nada se prendem com a qualidade apresentada na peça a que assisti, tal como expliquei no email de resposta a Marco Tomás e como se poderá depreender pelo post que escrevi na altura, muito pelo contrário).
De qualquer forma é bom saber que temos companhias profissionais no Vale do Sousa e espero que sirvam de exemplo a muitas outras colectividades amadoras que aspiram a voos mais altos.
E acrescento ainda que, se quiserem assitir a espectáculos da Jangada Teatro ao vivo podem consultar aqui a calendarização dos mesmos… (Obrigado novamente a Marco Tomás por me ter indicado o link).
E chega de conversa, vemo-nos amanhã às 22h no Teatro em Freamunde.
O Ken da Barbie
A dobragem é feita, segundo os créditos, por uma só pessoa… Bruno Ferreira, que juntamente com Nuno Dionísio e Nuno Vieira Faustino assina ainda a autoria dos textos.
Existem já vários, mas este é o meu favorito:
Podem encontrar os outros (que conheço), aqui:
- Tomada de posse de Cavaco Silva
- Avelino Ferreira Torres, o documentário.
- Luís Filipe Vieira
- A azia de Ribeiro e Castro
Espero que continuem a fazer mais pérolas destas.
Gatunagem
Microsoft was motivated to sign a deal with SUSE Linux distributor Novell earlier this month because Linux “uses our intellectual property” and Microsoft wanted to “get the appropriate economic return for our shareholders from our innovation.”
Linux usa propriedade intelectual da Micro$oft? Querem retorno pelas “suas inovações” ?
Mas este gajo é parvo de nascença ou treina com afinco?
Nem vou começar por relembrar o nascimento do império da Micro$oft, o roubo descarado à Apple… prefiro nem ir por aí porque os podres da M$ são tantos que amanhã ainda cá se estavam a enumerar… vamos falar sobre esta “propriedade intelectual resultante das inovações da M$” que o Linux usa… ou quererá antes o Ballmer dizer “inovações roubadas ao mundo open-source e patenteadas pela M$” ?
É que é muito fácil vir com propaganda como “a nova shell Aero do Windows Vista é a inovadora em X aspectos“, quando na verdade se devia dizer “a nova shell Aero do Windows Vista é a primeira shell patenteada a trazer X aspectos, porque na verdade, já o Gnome (e até o KDE, entre outros) fazem há uns anitos valentes o que a nós andamos a apregoar como novidade… e a gente não fez mais do que pegar no código fonte do Gnome e aproveitar para aprender umas coisas… e como os códigos open-source não são patenteados (redundância)… olha, patenteamos nós, fechamos o código, e quando aparecer um problema os utilizadores que se quilhem porque não têm como recorrer a comunidades de apoio que trabalham directamente com o código fonte das aplicações que usam.“
É que é muito feio roubar ideias ao mundo open-source, copiar (e mal, como no caso do novo funcionamento do vista com aquelas tentativas hilariantes de correr contas sem direitos de administrador), patentear (que é só o oposto do defendido pelo mundo open-source) e depois dizer: “como nós patenteamos, nós é que inventamos… os outros é que nos roubam“. Também é feio mentir, e mais feio ainda é mentir repetidamente…
É muito feio vir dizer que o Vista traz X inovações quando não há uma única (UMA) que não se encontre em outros sistemas operativos (os adeptos dos Macs que leiam isto percebem perfeitamente) há uns tempitos.
Comigo, o Vista nem os meus discos cheira, e este Steve Ballmer já era empalado (sim, o gajo que está no vídeo deste link é mesmo o Steve Ballmer. Digam-me agora que não merece ser empalado…).
PoPular.
Aqui em Portugal encontrou-se um outro nome: “pimba”.
Claro que há excepções, e no nosso caso, das que fazem sentido. Podemos ouvir muita música popular nacional que não é pimba. E, na verdade, acredito que temos um país rico em música popular de grande qualidade (ainda há minutos estive a recordar umas músicas dos Quadrilha)…
Mas, e se pegarmos numa música pimba portuguesa e a cantarmos em inglês com umas guitarradas? Teremos “pop” purinho.
Esta discussão já percorreu meia blogosfera nacional : “Se cantarmos pimba português em inglês, soa muito melhor” e não é novidade para ninguém, mas os Gato Fedorento levaram o conceito um bocadinho mais além, e convidaram o David Fonseca para o demonstrar no 2º episódio do “Diz que é uma espécie de magazine“.
O vídeo (a seguir) já percorreu outra meia blogosfera nacional,
mas o que vos trago aqui é o mp3 (retirado do vídeo, e com som “melhorado” para que a qualidade seja, pelo menos, jeitosa).
Por isso, se vão dar uma festa e não sabem que musiquinha escolher para meter depois dos primeiros copitos, a vossa solução está aqui:
2º acto
As informações, tanto sobre o grupo como sobre os autores das peças foram-me cedidas pelo Pedro Lopes, do GTF, a quem agradeço o trabalho de ter juntado os textos. Como a leitura é extensa e o conteúdo completíssimo (inclui uma crítica do Matosinhos Online), tomei a liberdade de a colocar online… aqui… é só clicar.
Espero que continuemos a ver teatro em Freamunde com casa cheia, tal como no último sábado. É um motivo de orgulho para qualquer Freamundense.
Os preços são de 2,50€ para estudantes e reformados e 5 € para adultos, e podem ser adquiridos no local do espectáculo (Casa do Teatro de Freamunde) ou , para quem conhece, na Papelaria Papelinha na Rua do Comércio em Freamunde.
Sapinho lindo
A primeira prenda que a Sapo me deu (a mais de um mês do Natal):
A próxima será a migração automática, tal como a todos os clientes com o tarifário de 4Mb, para os 8Mb e, muito mais importante que isso, para os 512Kb de upload.
Podemos continuar a não ser os mais rápidos e mais baratos da Europa no que diz respeito aos serviços dos ISPs, mas lá que se começa a melhorar, isso é inegável.
007 ou 006,5?
Mas, depois do que já li/ouvi hoje, já tenho as minhas reservas… não quanto ao actor, mas quanto ao filme.
Escolheram um Bond louro?
Não vejo problema.
Escolheram um Bond que tem mais cara de líder da máfia Russa do que de Inglês?
Não me chateia.
Quando perguntam ao Bond se prefere o Martini “shaken or stirred?” ele responde “Do I look like I give a damn?“ ?
Alto e parou tudo! Isso não! Isso não se perdoa.
Bond será sempre Bond, não muda o nome para qualquer outra coisa como John.
Uma Bond girl será sempre uma Bond girl e não uma qualquer Charlie’s Angel.
Um Martini “shaken, not stirred” será sempre um Martini “shaken, not stirred” e nunca, jamais e em altura alguma se responde ao bartender uma barbaridade como “Do I look like I give a damn?“!
Não li o livro, mas se alguém já leu, por favor que me diga se essa resposta do Bond, mas nada à Bond, foi mesmo assim escrita em 1953 na obra de Ian Fleming, porque eu não acredito que esteja.
L’aprés midi
Já que já começo a ver-me numa cadeirinha da Casa das Artes de Famalicão a ver um (se as finanças permitirem… os dois) dos dois concertos que falo no post abaixo, aproveitei e fui ao youtube procurar actuações ao vivo de Yann Tiersen ou dos Balkan Beat Box.
O que encontrei, e que vos deixo, não é nenhum dos vídeos dentro do género que procurava. Em vez disso vi algo que me deixou deliciado.
Com a Comptin D’un Autre de Yann Tiersen como fundo, L’aprés midi, por Aidan Gibbons:




