Formada no ano de 2003 em São Paulo, esta banda de electro-rock já conheceu alguns altos e
baixos… altos como quando caíram nas boas graças de dois editores de um dos maiores jornais culturais do Brasil, e baixos como quando viram dois elementos da banda saír da mesma durante as gravações do seu primeiro EP de nome homónimo à banda.
Neste momento encontram-se a fazer uma digressão por terras do tio Sam, abrindo os concertos de Ladytron, e estão a faze grande sucesso. A sua sonoridade é simples mas “
catchy“, as letras são desconexas e raramente fazem qualquer sentido, mas isso pouco interessa aos elementos da banda que não sabiam sequer tocar qualquer instrumento até à altura em que decidiram criar a mesma com o nome inspirado numa frase de Beyoncé que disse a uma revista cor de rosa que estava “
tyred of being sexy“.
Curiosa também foi a distribuição de uma edição limitada do álbum de estreia que incluía um CD-R virgem para que se fizessem cópias para distribuír gratuitamente pelos amigos. Uma técnica que é acompanhada de um site para download gratuito de todas as músicas da banda (aqui). E, contra a corrente actual que as editoras lançaram aquando da sua caça às bruxas contra downloads de música a partir da net, o sucesso está à vista (os Arctic Monkeys também
construíram assim o seu sucesso e garantiram casa cheia em todos os seus concertos dados até à data). E quando se vê atitudes destas, de remar contra a maré, dá vontade de dizer: Já sei onde vou gastar os meus próximos 15€ em CDs. Este(a)s tipo(a)s merecem.
Mas, falando novamente dos CSS e do seu álbum, sinceramente gostei muito. E entre várias grandes músicas que por lá se encontram há duas que realmente me ficaram no ouvido: Alala e Let’s make love and listen to Death from Above, mas escolho a Alala para vos deixar com o videoclip. Cuidado, é viciante.
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