OMG

Eu gosto dos cartoons de Gary Larson. Aliás, não é exagero dizer que são os meus favoritos.
Este então achei fabuloso:

E agora, será que vêm aí manifestações de protesto, tiros para o ar, ameaças, etc?

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Run Juha, run!

Há gajos que são doidos ao volante… nos ralies então são o pão-nosso-de-cada-dia. Talvez o mais mediático de todos seja ainda o Colin McRae, o escocês que se conseguia espetar quando seguia em prmeiiro e lhe bastava controlar a corrida em mais umas 3 ou 4 classificativas, mas que preferia continuar “a abrir” até o carro não aguentar mais.
Mas há outros, e há um em particular que sempre me deixou de boca aberta com a sua condução: o tetra-campeão mundial Juha Kankkunen.
E ontem descobri este vídeo da sua condução no rally da Finlândia de 98, a bordo do velhinho (e saudoso) Escort WRC:

Agora digam-me: fui só eu que, a cada curva que o Kankkunen fazia, sentia aquela sensação de “O gajo vai-se espetar… o gajo vai-se espetar…” ?


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Foda-se!

Sim, o título exprime bem aquilo que penso acerca do cancelamento da ópera Idomeneo pela Orquestra de Berlim devido ao receio de represálias que possam advir da representação em palco de uma cena em que o Rei Idomeneo carrega consigo as cabeças de Cristo, Maomé, Neptuno e Buda.
Segundo os organizadores, devido à recente onda de violência terrorista e aos acontecimentos que todos conhecemos causados pelo discurso do Papa há umas semanas, o melhor seria cancelar o espectáculo.
Mas, esperem lá… a ópera já não existe neste formato desde 1781? Até à data, alguma vez surgiram problemas, ameaças, tiroteios, explosões, cabeças a rolar, cenários apocalípticos? Não.
Então porquê agora esta decisão?
Auto-censura? Mas… mas… foda-se! Isso não é um bocado estúpido? Não é quase como dizer aos radicais: “A vossa táctica funciona connosco.” ?

E depois outro ponto:
Quem raio é que se poderia sentir insultado?
Os Cristãos? Não me parece… são os que até costumam ver essa mesma ópera.
Os Budistas? Os Islâmicos? Os “Neptunianos”?
Pondo de parte os crentes em Neptuno, restam-nos as outras duas hipóteses. E tendo em conta que nunca vi bombas a rebentar atadas à cintura de Budistas, fico-me pela hipótese: “Vamos cancelar a ópera, senão os muçulmanos batem-nos.”.
E não, não caio no erro de generalizar… bem sei que 99% dos crentes em Maomé não são fundamentalistas/radicais. Mas o 1% que representa os outros, o 1% de radicais que matam freiras, ameaçam o Vaticano e Roma com bombas e queimam igrejas, é o cerne da questão aqui.

Desde a história dos cartoons no jornal dinamarquês que me repulsa a auto-censura desmesurada e o medo “à la EUA” que parece ter invadido a europa. Este último caso é do mais berrante que se consegue imaginar nos mais escuros recônditos da nossa massa cinzenta. Qualquer referência ao profeta Maomé é hoje: pensada; repensada; medida; pesada. Depois vai a escrutínio nacional. Por fim é analisada semanticamente por especialistas que procuram em cada palavra um possível segundo sentido que lhe possa ser dado para que se dissipem de todas as maneiras qualquer conflito futuro.
E se, ainda assim, surgir um qualquer problema com o que foi dito/escrito/cantado/flatulado?
Não é para isso que servem/chegam os pedidos de desculpa?

E é aqui que entra a outra parte da cantiga:
A resposta à pergunta anterior é: Não… parece que para pelo menos 1% dos crentes em Maomé… não é.
E como resolve a questão esse tal 1% quando não desculpa? Simples: kabum ao ocidente!
E se me dizem que “temos de compreender todos as referências culturais/religiosas/sociais que levam alguns radicais a tomar essa opção, fazendo-nos aperceber que, para eles, o acto de matar alguém em nome de uma religião não é visto como algo atroz tal como o ocidente o vê”, então eu respondo com as sábias palavras que o Tio Hermínio da Tasca me disse em conversa de café há umas semanas: “Também há uns milhares largos de anos os homens das cavernas se matavam entre eles e praticavam canibalismo. Depois evoluíram e viram que sacrificar vidas humanas não era a solução.”.
Esta pequena frase contém bem mais sentido do que possa parecer à primeira vista. Será então que devemos fazer um esforço para compreender que “para eles o acto de matar alguém em nome de uma religião não é visto como algo atroz tal como o ocidente o vê“? Ou, por outro lado, devemos fazer-lhes ver que a ideologia que o seu fanatismo lhes impregna na alma é algo completamente inaceitável em pleno século XXI? Não estará na hora de, pura e simplesmente, evoluír?

E neste ponto em particular agrada-me (pelo menos isso) uma constatação simples: cada vez mais as religiões deixam de mandar nas massas. Ainda sobram alguns casos (óbvios), mas cada vez mais se vê um pensamento livre e tolerante, liberto de amarras religiosas a nível global. Só falta mesmo é perder o medo de dizer aos que ainda estão presos: isso está errado.
E é por isso que digo, alto e bom som, sem medo absolutamente nenhum que me bombardeiem o blog, e convicto de que a minha opinião é livre de ser publicada:

Estimo bem que as religiões se fodam!


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‘Tá maior.

A 20 de Setembro (já lá vão uns dias, mas nem me lembrei de postar isto antes) o Atlantis descarregou na ISS mais uns extras… mais um “set” de painéis solares que a fazem ultrapassar os 73 metros de extensão lateral medidos anteriormente a esta missão.
Este bichinho de apenas 200kg que comporta apenas 3 pessoas a tempo inteiro já tinha, até Junho percorrido uma distância em órbita de uns brutais 1,400,000,00 Km.
Como se não bastasse isso, ainda nos dá visões como esta que deixo a seguir, captada pela tripulação do STS115 (Atlantis):
(Clicar para ampliar)


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À Bruto

O JCBarros ainda está de birra comigo e não comenta, mas lá acabou por me mostar um post no Abrupto ao qual achei graça.
Eu não sou propriamente o maior fã do Pacheco Pereira… ok, para ser sincero, se o vejo a mandar uns bitaites na TV aproveito para mudar para uns Morangos ou para uma Floribella… mas neste post ele diz o que eu não posso dizer aqui sem que lhe caia o Carmo e a Trindade em cima.

Bem, sem mais de momento, fica por aqui a minha participação no assunto do qual o post do Abrupto trata, seja em posts ou comentários:


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Pois sou.

Vendo o andamento dos comentários que cá me deixaram desde os últimos meses, já fui:

  • Escumalha de esquerda
  • Burro comunista
  • Animal
  • Difamador
  • Porco fascista
  • Pró-América (acho que Pró-Bush enquadra-se neste ponto)
  • Gajo que devia morrer num Gulag
  • Anti-América
  • Portista de merda
  • Adepto da corrupção
  • Palhaço
  • Adepto da censura de posts no meu blog.
  • Quase-engenheiro de TV.

Ora bem, já se decidiam de uma vez por todas, não?


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Atlantis

O regresso do Atlantis estava previsto para ontem, mas foi adiado para hoje.
O mais curioso é mesmo o texto com a explicação dada pela NASA para o atraso:

The shuttle was originally scheduled to land on Wednesday, Sept. 20, but waved off due to weather conditions and the presence of unknown objects near the shuttle. After additional inspection of the vehicle yesterday and today for possible orbital debris damage, the mission management team gave its approval for landing.

?

E não… não acredito em homenzinhos verdes que viajam pelo espaço em naves e que nos gostam de visitar de vez em quando para saber se a família se encontra bem de saúde e para ver um jogo de bola ao fim de semana para descontraír.
Já agora: esta foto de grande resolução do rasto de fumo do lançamento do Atlantis deixou-me maravilhado.


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Sacha Baron Cohen

O nome pode parecer estranho, mas se eu falar antes em Ali G… já soa a algo familiar, certo?
Sacha Baron Cohen é um actor britânico conhecido pelas suas personagens de Ali G e mais recentemente de Borat, o Cazaq.
Enquanto que Ali G é um gangster wannabe que não passa de um pobre basofe, Borat é um repórter a quem a vida do mundo ocidental continua a ser impossível de compreender.
Já Sacha Baron Cohen, “pai” de ambos, é uma pessoa perfeitamente normal, como se pode ver pela entrevista (curta mas imperdível) dada ao Daily Show do John Stewart no fim de Agosto:
[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=g1-20_1X-2s]


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